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SAMAMBAIA < voltar
FOTO_SAMAMBAIA

Nome científico: Polypodium lepidopteris.

Família: Polipodiáceas, Equisetáceas, Equizeáceas, Ciateáceas e Dicksoniaceae.

Origem: África, América Central, América do Norte, América do Sul e Ásia.    

Características: o nome “samambaia” vem do tupi “ham ã’bae” e significa “aquele que se torce em espiral”. Seu habitat natural não são apenas bosques e florestas, algumas samambaias podem viver nas rochas, outras em penhascos à beira do mar e há aquelas que vivem na água. O certo é que ao longo de milhões de anos, as espécies foram se adaptando a todo tipo de ambiente. Entretanto, uma característica em comum à maioria das espécies é a preferência por locais sombreados.

Época de floração: praticamente o ano inteiro, mas principalmente na primavera e verão.

Reprodução: realizada por meio de touceiras, rizomas ou filhotes.

Solo: para a maioria das espécies, a mistura composta por uma parte de terra, duas partes de composto orgânico ou pó de xaxim e uma parte de areia grossa é bastante eficaz.

Cultivo: a maior parte das samambaias prefere ambientes sombreados. Normalmente, elas são cultivadas em xaxins, que retêm mais a umidade e permitem que as raízes da planta respirem melhor. Atualmente, há a opção de vasos e placas feitos com fibra de coco que substituem o xaxim.

Adubação: para estimular seu crescimento, aplique Dona Flor Samambaias a cada 15 dias.

Podas: deve ser feita quando aparecem folhas amarelas para abrir espaço para as brotações. Também deve ser feita nas mudas que surgirem da extensão do rizoma (caule subterrâneo) como uma forma de evitar que a planta cresça demais e tenha de ser transplantada para um vaso maior. A renda-portuguesa e a samambaia-de-metro queimam com o frio, portanto, recomenda-se podá-las inteiramente antes de o inverno chegar ou deixá-las em local mais quente durante a estação fria. Depois, elas brotam vigorosas.

Cuidados: proteja as espécies dos ventos, que são um de seus maiores inimigos, responsáveis por causar a queima das folhas mais jovens e a perda de água pela evaporação.

Dicas: mantenha-as sempre no mesmo lugar, pois elas se acostumam com a luminosidade, temperatura e umidade local, podendo definhar e até morrer com as mudanças.

 

Crédito: Shutterstock